O seu carro falha, perde força, consome muita gasolina, deita fumaça preta ou apresenta outros problemas…
Qual deve ser a causa?
Sistema de injeção eletrônica
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| Injeção eletrônica |
Graças a essa tecnologia, os motores ganharam mais potência, um funcionamento eficiente e redução de emissão de poluentes na atmosfera.
Se um componente falhar (sensor ou atuador), pode afetar de forma significativa o bom funcionamento do motor resultando em falhas, perda de potência, marcha lenta irregular, falhas ao dar arranque/partida, aumento de poluentes e até desligar enquanto dirige mesmo com o tanque de combustível cheio.
Mas nisso nós podemos ajudar, prestamos serviços de elétrica e eletrônica de automóveis e temos a solução pra ti caso isso aconteça com o seu veículo, entre em contacto no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=61579468173244&mibextid=wwXIfr&mibextid=wwXIfr
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Conheça agora alguns dos principais sensores:
Principais sensores automotivo
É importante lembrar que o módulo da injeção tem a capacidade de ajustar as tabelas de acordo com o indivíduo(motor) que ele está controlando, costuma-se dizer que o módulo aprende o funcionamento daquele motor especifico e a partir daí faz um setup no sistema, isso acontece toda vez que o motor é ligado.
Por esse motivo que quando é desligada a bateria, o motor apresenta algumas pequenas falhas ao ligar novamente, pois a falta de energia no módulo dá um reset nas informações e ele começa a aprender tudo novamente.
• Sensor de Rotação:
O sensor de rotação e PMS tem por finalidade informar a Unidade de Comando Eletrônica (U.C.E.), a rotação do motor e o PMS (Ponto Morto Superior) dos cilindros 1 e 4 e também dos cilindros 2 e 3. Esse sensor é um dos mais importantes para o sistema de injeção eletrônica.
• Sensor de Fase do Comando:
O sensor de fase tem a função de permitir que o módulo possa identificar a posição do comando de válvulas, e em conjunto com as informações do sensor de rotação e PMS, verificar assim o sincronismo do motor.
• Sensor de Pressão do ar de admissão:
A função desse sensor é Indicar as variações de pressão no coletor de admissão, enviando ao módulo um sinal elétrico correspondente a esta variação. Com essa informação junto com a rotação e a temperatura do ar o sistema pode calcular com mais precisão a quantidade de combustível necessária para obter uma ótima combustão
• Sensor de Massa de Ar:
Sua função é medir a quantidade de massa de ar que entra no coletor de admissão através da abertura da borboleta. Com essa informação junto com a rotação e a temperatura do ar o sistema pode calcular com mais precisão a quantidade de combustível necessária para obter uma ótima combustão.
• Sensor de Temperatura do Ar de Admissão:
Informa a central a temperatura do ar que entra no motor pelo coletor de admissão. Junto com o sensor de pressão do coletor, a central calcula a massa de ar admitida pelo motor e assim determina a quantidade de combustível adequado para uma combustão completa.
• Sensor de Temperatura do Liquido de Arrefecimento:
Esse sensor informa a central a temperatura do líquido de arrefecimento que é igual à temperatura do motor para fazer as devidas adequações. Nos momentos mais frios o motor necessita de mais combustível
• Sensor de Posição de Borboleta:
Como o próprio nome indica, a função deste sensor é a de identificar a posição angular da borboleta de aceleração, permitindo à Unidade de Comando Eletrônica (U.C.E.) realizar estratégias especificas para cada posição..
• Sensor de Oxigenio – Sonda Lambda:
Este sensor fica localizado no escapamento do automóvel e informa a central a porcentagem de oxigênio contido nos gases de escape.
• Sensor de Detonação – knock sensor:
A utilização desse sensor permite a central detectar batidas de pino no interior do motor. Este sensor é fundamental para a vida do motor, já que os motores modernos trabalham em condições criticas.
Conheça agora os principais atuadores do sistema de injeção eletrônica:
• O atuador de marcha lenta:
tem por função controlar a rotação do motor quando este encontra -se em funcionamento e com a borboleta de aceleração fechada(na posição de marcha -lenta com a abertura fixa mínima), mantendo assim a marcha-lenta do motor. Também durante a fase de aquecimento do motor deverá permitir uma estabilização da rotação de marcha lenta num valor mais elevado e durante as desacelerações amortecer a queda de rotação do motor.
• Bobina de Ignição:
É o componente que fornece a centelha para o motor. A bobina de ignição funciona como um transformador, transformando 12V da bateria em alta tensão para a centelha. Nas versões mais antigas havia uma para todos os cilindros e o motor contava com distribuidor, nas versões mais modernas há casos de uma para cada dois cilindros onde uma faísca é descartada. Nos sistemas de última geração há uma para cada cilindro montada diretamente na vela de ignição.
• Bico Injetor:
As válvulas injetoras são responsáveis pela injeção de combustível pulverizado no motor, injetando a mistura nos dutos de admissão antes da válvula de admissão. As mesmas são montadas e alimentadas por uma galeria de combustível, também chamada de “fuel rail” que trabalha pressurizada pela bomba de combustível e tem sua pressão regulada pelo regulador de pressão, com valores variando de 2,8 a 4,0 bar, dependendo do fabricante.
• Bomba de combustível:
A bomba é responsável por fornecer o combustível sob pressão as válvulas injetoras. Na maioria dos sistemas é instalada dentro do tanque de combustível do automóvel. Ela bombeia o combustível de forma constante e pressurizada, passando pelo filtro de combustível até chegar aos injetores, garantindo assim que não falte combustível no motor em nenhuma condição de funcionamento.
• Regulador de pressão:
O regulador de pressão tem a função de manter a pressão do combustível estável no sistema, pode ser montado na galeria de combustível, na linha de combustível ou, como nos sistemas mais atuais, juntamente com a bomba de combustível dentro do tanque.
• Corpo de Borboleta:
O módulo de injeção eletrônica comanda o corpo de borboletas, que por sua vez controla a aceleração do motor, aumentando a vazão do ar admitido pelo motor e controlando assim a rotação de marcha -lenta, nele fica normalmente instalado o atuador de marcha-lenta bem como o sensor de ângulo de borboleta
• Atuador do comando de válvulas variável:
O sistema variável de comando das válvulas tem a função de adequar o momento de abertura e fechamento das válvulas de admissão, de acordo com o regime de rotação exigido, beneficiando o torque máximo ou a potência máxima desenvolvida.
O módulo de injeção controla a eletroválvula que quando acionada obriga o comando de válvulas a “adiantar” ou “atrasar” o momento de abertura e fechamento de válvulas de admissão do motor, de acordo com a programação do módulo.
Tal como foi dito no início, se um componente falhar (sensor ou atuador), pode afetar de forma significativa o bom funcionamento do motor resultando em falhas, perda de potência, marcha lenta irregular, falhas ao dar arranque/partida, aumento de poluentes e até desligar enquanto dirige mesmo com o tanque de combustível cheio.
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